Cláudia Freitas

A compulsão pelo trabalho implica quase sempre um afastamento do mundo real. Entregarmo-nos de corpo e alma a esta ocupação pode parecer-nos gratificante por questões de poder e estatuto, mas quase sempre acaba por nos superar humanamente. Assim, abandonarmo-nos ao individualismo competitivo, à permanente busca de afirmação e reconhecimento social, implica correr o risco de nos alienarmos da realidade e dos nossos valores e permitirmos que o vazio emocional se instale definitivamente.

Xis (Público) / 20051022




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