José Manuel Leite Viegas

Vale a pena termos objectivos de aumento da auto-estima, mas rejeitemos a emotividade e o populismo de eventos que se esgotam em si mesmos. Aproveitemos algum realismo lúcido dos crónicos da depressão, mas rejeitemos o seu cepticismo e falta de ambição. Se quisermos manter uma linguagem psicológica, diremos que a auto-estima é mais o resultado de uma trajectória do que de um momento exaltante, ainda que estes sejam reconfortantes.

Público / 20050214




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