Luís Portela

O ser humano não nasce cristão nem maometano; nasce apenas com uma consciência pura e inocente. A família em particular e a sociedade em geral condicionam-no segundo conceitos a que foram anteriormente condicionados. (...) Esta seria uma forma de escravatura existencial a que a humanidade se habituou de tal maneira, que passou a admitir como natural aquilo que seria terrivelmente anti-natural, por lhe coarctar a liberdade de pensamento e a liberdade espiritual, profundamente embotada em conceitos e preconceitos construídos em torno das ideias defendidas por grandes pensadores, mas tendo geralmente pouco ou nada que ver com a essência das mensagens dos Mestres.

Jornal de Notícias / 20050720




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