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Savater, Fernando ]

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O que nos prende definitivamente ao tempo e portanto à mortalidade é o nosso corpo. Nas suas células esconde-se o veneno de relojoaria que pouco a pouco nos vai corroendo.

“As Perguntas da Vida”, Publicações Dom Quixote, 1999
Maria Manuel Rocha, Portugal
Ninguém chega a tornar-se humano se está só: tornamo-nos humanos uns aos outros.

“As Perguntas da Vida”, Publicações Dom Quixote, 1999
Maria Manuel Rocha, Portugal
O principal destino dos humanos parece ser assombrarmo-nos uns aos outros, para o bem e para o mal!

“As Perguntas da Vida”, Publicações Dom Quixote, 1999
Maria Manuel Rocha, Portugal
Talvez devêssemos reflectir um pouco mais sobre a maravilha de ter nascido, que é tão grande como o espantoso assombro da morte. Se a morte é não ser, já a vencemos uma vez no dia em que nascemos.

“As Perguntas da Vida”, Publicações Dom Quixote, 1999
Maria Manuel Rocha, Portugal
Será tão terrível não ser? No fim de contas, durante muito tempo não fomos e isso não nos fez sofrer.

“As Perguntas da Vida”, Publicações Dom Quixote, 1999
Maria Manuel Rocha, Portugal
Mas também não há nada a temer na própria morte, pois, pela sua natureza, nunca coexistimos com ela: enquanto existimos nós, a morte não existe.

“As Perguntas da Vida”, Publicações Dom Quixote, 1999
Maria Manuel Rocha, Portugal
Os sucessos da ciência estão à disposição de quem quer consultá-los, mas os da filosofia só servem a quem se decida a meditá-los por si próprio.

“As Perguntas da Vida”, Publicações Dom Quixote, 1999
Maria Manuel Rocha, Portugal
 

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