D. Maria II

Portugal
1819 // 1853
Rainha de Portugal (1826-1853)

7 Citações



(No Alentejo) anda-se quatro ou cinco léguas sem ver uma só alma e há uma enorme quantidade de terra sem cultura. (...) É preciso um dia pensar seriamente nisto.

Cartas à rainha Vitória (1843)
Daqui, minha querida Vitória, nada tenho a dizer a respeito de política. Continuamos a não fazer muito, mas é preciso esperar que possamos arranjar uma câmara passável que possa fazer qualquer coisa de útil para o pobre país que tanto necessita.

Cartas à rainha Vitória (1842)
(Tentam) desmoralizar inteiramente a classe baixa, mas não se consegue. (...) Ao menos aqui o povo é mais doce do que cruel e é bem preciso espicaçá-lo para que ele se altere (...) É absolutamente preciso que as monarquias sejam sempre triunfantes, sem o que o equilíbrio social se encontraria no seu contrário.

Cartas à rainha Vitória (1848)
Creio que agora se fará qualquer coisa a favor das estradas; se há uma verdadeira opinião popular neste país, e mesmo uma vontade, é pelas estradas.

Cartas à rainha Vitória (1852)
Quando se é perfeitamente feliz no nosso interior, suporta-se os aborrecimentos deste mundo com muito mais resignação.

Cartas à rainha Vitória (1839)
Acho que quando nos casamos é para ter filhos. (...) Verá como é doce ocuparmo-nos das nossas crianças, e espero de todo o meu coração que esta ocupação lhe chegará brevemente. (...) Ter filhos é na verdade a maior felicidade que possa acontecer a uma jovem mulher. (...) Acho que quando se ama o nosso marido, deseja-se e gosta-se de os ter.

Cartas à rainha Vitória (1840)
Espero que este ano a maldita política nos permita gozar o belo campo em Sintra, coisa de que grandes e pequenos temos muita necessidade.

Cartas à rainha Vitória (1848)
 

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