(Duque de) Lévis

França
7 Mar 1764 // 15 Fev 1830
Político/Aforista

26 Citações

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A crítica é o imposto que a inveja cobra do mérito.
Há muitas espécies de ciúme; o mais raro é o do coração.
Se fosses grande, não precisarias de andas.
A inveja revela a mediocridade; os grandes caracteres não conhecem senão as rivalidades.
A infidelidade irrita o amor, sem todavia lhe pôr termo. Sabeis o que o mata? São os venenos lentos: o tédio e a saciedade.
A maior parte dos desgostos só chegam tão depressa porque nós fazemos metade do caminho.
Governar é escolher.
Tudo é grande no templo do favor excepto as portas, que são tão baixas, que por elas apenas se pode entrar de rastos.
A atenção é o buril da memória.
O amor-próprio dos tolos desculpa o das pessoas inteligentes, mas não o justifica.
Existem a beleza que excita, a que comove e a que satisfaz: a melhor é a última.
O mais vulgar dos absurdos é não aceitarmos os meios para atingirmos aquilo que queremos.
Tudo é relativo, salvo o infinito.
Os homens impulsionam os negócios e os negócios arrastam os homens.
A lisonja perde maior número de mulheres do que o amor; quando não vingam, não deve atribuir-se-lhe a culpa, que é toda do lisonjeador.
O tempo é como o dinheiro; não o perdendo, temos o bastante.
Nada assegura melhor o repouso do coração do que o trabalho do espírito.
Com a soma da felicidade que se perde neste mundo, poderiam ser felizes muitos desgraçados.
A beleza não passa de uma maravilha que a natureza arma à razão.
Quando casualmente a adulação não consegue o seu fim, a culpa não é dela, é do adulador.
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