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<pubDate>20 May 2012 09:15:06 GMT</pubDate>
<title>Citador - Citário</title>
<description>Citador - Citário</description>
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<description>O maior site de citações em português da internet</description>
<title>Citador</title>
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<title>Pessoa, Fernando</title>
<link>http://www.citador.pt/citacoes.php?cit=1&amp;op=7&amp;author=334&amp;firstrec=0</link>
<description>&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/citacoes.php?cit=1&amp;op=8&amp;theme=3&amp;firstrec=0&quot;&gt;Acção&lt;/a&gt;&lt;br&gt;A experiência directa é o subterfúgio, ou o esconderijo, daqueles que são desprovidos de imaginação. Os homens de acção são os escravos dos homens de entendimento. As coisas não valem senão na interpretação delas. Uns, pois, criam coisas para que os outros, transmudando-as em significação, as tornem vidas. Narrar é criar, pois viver é apenas ser vivido</description>
<pubDate>20 May 2012 09:15:06 GMT</pubDate>
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<title>Pessoa, Fernando</title>
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<description>&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/citacoes.php?cit=1&amp;op=8&amp;theme=12&amp;firstrec=0&quot;&gt;Amor&lt;/a&gt;&lt;br&gt;O amor romântico é como um traje, que, como não é eterno, dura tanto quanto dura; e, em breve, sob a veste do ideal que formámos, que se esfacela, surge o corpo real da pessoa humana, em que o vestimos. O amor romântico, portanto, é um caminho de desilusão. Só o não é quando a desilusão, aceite desde o príncipio, decide variar de ideal constantemente, tecer constantemente, nas oficinas da alma, novos trajes, com que constantemente se renove o aspecto da criatura, por eles vestida</description>
<pubDate>20 May 2012 09:15:06 GMT</pubDate>
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<title>Pessoa, Fernando</title>
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<description>&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/citacoes.php?cit=1&amp;op=8&amp;theme=104&amp;firstrec=0&quot;&gt;Homem&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Quanto mais diferente de mim alguém é, mais real me parece, porque menos depende da minha subjectividade</description>
<pubDate>20 May 2012 09:15:06 GMT</pubDate>
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<title>Pessoa, Fernando</title>
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<description>&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/citacoes.php?cit=1&amp;op=8&amp;theme=137&amp;firstrec=0&quot;&gt;Literatura&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Escrever é esquecer. A literatura é a maneira mais agradável de ignorar a vida. A música embala, as artes visuais animam, as artes vivas (como a dança e a arte de representar) entretêm. A primeira, porém, afasta-se da vida por fazer dela um sono; as segundas, contudo, não se afastam da vida - umas porque usam de fórmulas visíveis e portanto vitais, outras porque vivem da mesma vida humana. Não é o caso da literatura. Essa simula a vida. Um romance é uma história do que nunca foi e um drama é um romance dado sem narrativa. Um poema é a expressão de ideias ou de sentimentos em linguagem que ninguém emprega, pois que ninguém fala em verso</description>
<pubDate>20 May 2012 09:15:06 GMT</pubDate>
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<title>Pessoa, Fernando</title>
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<description>&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/citacoes.php?cit=1&amp;op=8&amp;theme=251&amp;firstrec=0&quot;&gt;Sonho&lt;/a&gt;&lt;br&gt;De sonhar ninguém se cansa, porque sonhar é esquecer, e esquecer não pesa e é um sono sem sonhos em que estamos despertos</description>
<pubDate>20 May 2012 09:15:06 GMT</pubDate>
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