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<pubDate>23 May 2012 09:15:19 GMT</pubDate>
<title>Citador - Citário</title>
<description>Citador - Citário</description>
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<description>O maior site de citações em português da internet</description>
<title>Citador</title>
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<title>Wilde, Oscar</title>
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<description>&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/citacoes.php?cit=1&amp;op=8&amp;theme=606&amp;firstrec=0&quot;&gt;Jornalismo&lt;/a&gt;&lt;br&gt;O jornalismo moderno tem uma coisa a seu favor. Ao nos oferecer a opinião dos deseducados, ele mantém-nos em dia com a ignorância da comunidade</description>
<pubDate>23 May 2012 09:15:19 GMT</pubDate>
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<title>Pessoa, Fernando</title>
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<description>&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/citacoes.php?cit=1&amp;op=8&amp;theme=301&amp;firstrec=0&quot;&gt;Nobreza&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Ver e ouvir são as únicas coisas nobres que a vida contém. Os outros sentidos são plebeus e carnais. A única aristocracia é nunca tocar</description>
<pubDate>23 May 2012 09:15:19 GMT</pubDate>
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<title>Nietzsche, Friedrich</title>
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<description>&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/citacoes.php?cit=1&amp;op=8&amp;theme=107&amp;firstrec=0&quot;&gt;Humanidade&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Às vezes, por amor à humanidade, abraça-se um ser qualquer (porque não se pode abraçar toda a gente): mas é precisamente isto que não se deve revelar ao tal ser qualquer...</description>
<pubDate>23 May 2012 09:15:19 GMT</pubDate>
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<title>Pessoa, Fernando</title>
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<description>&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/citacoes.php?cit=1&amp;op=8&amp;theme=251&amp;firstrec=0&quot;&gt;Sonho&lt;/a&gt;&lt;br&gt;De sonhar ninguém se cansa, porque sonhar é esquecer, e esquecer não pesa e é um sono sem sonhos em que estamos despertos</description>
<pubDate>23 May 2012 09:15:19 GMT</pubDate>
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<title>Pessoa, Fernando</title>
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<description>&lt;b&gt;Tema&lt;/b&gt;: &lt;a href=&quot;http://www.citador.pt/citacoes.php?cit=1&amp;op=8&amp;theme=12&amp;firstrec=0&quot;&gt;Amor&lt;/a&gt;&lt;br&gt;Nunca amamos ninguém. Amamos, tão-somente, a ideia que fazemos de alguém. É a um conceito nosso - em suma, é a nós mesmos - que amamos. Isso é verdade em toda a escala do amor. No amor sexual buscamos um prazer nosso dado por intermédio de um corpo estranho. No amor diferente do sexual, buscamos um prazer nosso dado por intermédio de uma ideia nossa</description>
<pubDate>23 May 2012 09:15:19 GMT</pubDate>
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