António Correira de Oliveira

Portugal
30 Jul 1879 // 20 Dez 1960
Poeta

4 Poemas



Mãe (1)

Olha, meu filho! quando, à aragem fria/ De algum torvo crepúsculo, encontrares/ Uma árvore velhinha, em modo e em ares/ De abandono e outonal melancolia,/ / Não passes junto dela nesse dia/ E nessa h...

A Despedida (2)

Três modos de despedida/ Tem o meu bem para mim:/ - «Até logo»; «até à vista»:/ Ou «adeus» – É sempre assim./ / «Adeus», é lindo, mas triste;/ «Adeus» … A Deus entregamos/ Nossos destinos: partimos,/...

Pela Pátria (3)

Ouve, meu Filho: cheio de carinho,/ Ama as Árvores, ama. E, se puderes,/ (E poderás: tu podes quanto queres!)/ Vai-as plantando à beira do caminho./ / Hoje uma, outra amanhã, devagarinho./ Serão em f...

O Perfume (4)

O que sou eu? – O Perfume,/ Dizem os homens. – Serei./ Mas o que sou nem eu sei.../ Sou uma sombra de lume!/ / Rasgo a aragem como um gume/ De espada: Subi. Voei./ Onde passava, deixei/ A essência qu...


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