Cristovão Falcão

Portugal
1512 // 1557
Poeta/Diplomata

4 Poemas



Não Sei para que Vos Quero (1)

Não sei para que vos quero,/ pois me de olhos não servis,/ olhos a que eu tanto quis!/ / VOLTAS/ / Pera que me fostes dados,/ vós só a chorar vos destes;/ e, se eu tenho cuidados,/ meus olhos, vós mo...

Como Dormirão Meus Olhos? (2)

Como dormirão meus olhos?/ Não sei como dormirão, / pois que vela o coração. / / Voltas/ / Toda esta noite passada, / que eu passe em sentir, / nunca a pude dormir, / de ser muito acordada. / Dos meu...

Meu Coração, vós Abristes (3)

Meu coração, vós abristes/ caminho a meus cuidados,/ pera virem ser banhados/ na ágoa de meus olhos tristes,/ tristes, mal galardoados./ Necessário é que vamos/ algum remédio buscar/ para se a vida a...

O que Poderá Ver quem já da Vista Cegou? (4)

Ante Sintra, a mui prezada,/ e serra de Ribatejo/ que Arrábeda é chamada,/ perto donde o rio Tejo/ se mete n'água salgada,/ houve um pastor e pastora,/ que com tanto amor se amaram/ como males lhe ca...


Facebook

loading...
© Copyright 2003-2018 Citador - Todos os direitos reservados | SOBRE O SITE