Filinto Elísio

Portugal
23 Dez 1734 // 25 Fev 1819
Poeta/Tradutor

14 Poemas

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Prazer! Prazer! oh Falso, oh Bandoleiro! (11)

«Prazer! Prazer! oh falso, oh bandoleiro!/ Que fugindo te ausentas/ De nós, sem saudade, e tão ligeiro:/ As penas nos aumentas,/ Se, mal que te acolhemos, já nos deixas»./ Eis que o lindo Pra...

Desafogo (12)

Onde estás, oh Filósofo indefesso/ Pio sequaz da rígida Virtude,/ Tão terna a alheios, quanto a si severa?/ Com que mágoa, com que ira olharas hoje/ Desprezada dos homens, e esquecida/ Aquela ânsia, ...

Quando a Fortuna Encetou com Desgraças (13)

Quando a Fortuna, de inconstante aviso,/ Encetou com desgraças/ O varão que não veio humilde, abjecto/ Adorar o seu Nume,/ Na refalsada Corte, ou ante os cofres/ Chapeados de Pluto;/ Leva...

Tinha de Fachos Mil a Noite Ornado (14)

1/ / Tinha de fachos mil a noite ornado/ A argentada Princesa:/ De amor, graça e beleza/ O campo etéreo Vénus povoado./ / 2/ / A Terra, com perfume precioso/ Em torno recendia;/ E plá...
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