José Anastácio da Cunha

Portugal
11 Mai 1744 // 1 Jan 1787
Matemático/Poeta/Militar

4 Poemas



Pinheiro Manso (1)

Copado, alto, gentil Pinheiro Manso;/ Debaixo cujos ramos debruçados/ Do sol ou lua nunca penetrados,/ Já gozei, já gozei mais que descanso.../ / Quando para onde estás os olhos lanço,/ Tantos gostos...

Já quasi até Morria (2)

Já quasi até morria/ C’os olhos nos da amada./ E ela que se sentia/ Não menos abrasada:/ - “Ai, caro Atfes! – dizia -/ Não morras inda, espera/ Que eu contigo morrer também quisera”/ A ânsia com que ...

O Abraço (3)

(excerto)/ / Não vês inda, de gosto sufocados,/ Um noutro nossos peitos esculpidos?/ Não sentes nossos rostos tão chegados/ E ainda mais os corações unidos?/ Oh! Mais, mais do que unidos!/ Tu fizeste...

Os Porquês do Amor (4)

Céu, porque tão convulso e consternado/ Me bate, ao Vê-la, o coração no peito?/ Porque pasma entre os beiços congelado,/ Indo a falar-lhe, o tímido conceito?/ / Porque nas áureas ondas engolfado/ Da...


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