Jorge de Sena

Portugal
2 Nov 1919 // 4 Jun 1978
Poeta/Crítico/Ensaísta/Ficcionista

Baptismo

Os mais difíceis poemas onde falo de amor
são aqueles em que o amor contempla.

O amor esquece ao contemplar,
esquece que não existe e encantado olha
um raio anónimo sob o vento mais leve.

Contempla, amor, contempla.
E vai criando o nome que darás ao raio.

Jorge de Sena, in 'Coroa da Terra'
// Consultar versos e eventuais rimas




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