António Botto

Portugal
17 Ago 1897 // 16 Mar 1959
Poeta

De Saudades vou Morrendo

De Saudades vou morrendo
E na morte vou pensando:
Meu amôr, por que partiste,
Sem me dizer até quando?
Na minha boca tão linda,
Ó alegrias cantae!
Mas, quem se lembra d'um louco?
- Enchei-vos d'agua, meus olhos,
Enchei-vos d'agua, chorae!

António Botto, in 'Canções'
// Consultar versos e eventuais rimas




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