3 Poemas



Com a Fortuna não Perde o Ser de Besta (1)

Na carreira veloz, a deusa cega/ Lança às vezes a mão a um feio mono/ E o sobe, num instante, a um coche, a um trono,/ Onde a Virtude com trabalho chega./ / Porém se, louca, num jumento pega,/ Por ma...

Em Terra de Cegos, quem Tem um Olho é Rei (2)

Nenhum erro cometi/ em chamar torta á fortuna,/ que a esta varia importuna/ chamar cega sempre ouvi;/ mas eu mais a engrandeci,/ pois, se torta lhe chamei,/ de mais um olho lhe dei;/ e quem com um ol...

Quando a Fortuna Encetou com Desgraças (3)

Quando a Fortuna, de inconstante aviso,/ Encetou com desgraças/ O varão que não veio humilde, abjecto/ Adorar o seu Nume,/ Na refalsada Corte, ou ante os cofres/ Chapeados de Pluto;/ Leva...


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