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Poema
Carlos Drummond de Andrade Carlos Drummond de Andrade Brasil
[Wikipedia]
31 Out 1902 // 17 Ago 1987 Escritor/Poeta/Cronista
  
  
Toada do Amor E o amor sempre nessa toada:
briga perdoa perdoa briga.

Não se deve xingar a vida,
a gente vive, depois esquece.
Só o amor volta para brigar,
para perdoar,
amor cachorro bandido trem.

Mas, se não fosse ele, também
que graça que a vida tinha?

Mariquita, dá cá o pito,
no teu pito está o infinito.

Carlos Drummond de Andrade, in 'Alguma Poesia'

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