Nós nunca temos mais do que uma virtude. Ou nenhuma. O triunfo sobre si próprio e todas as virtudes não têm qualquer sentido se não se tornarem meios de formarem em nós a força dominante.
Para resistir aos elogios e à s reprovações não há receitas. Para que os elogios e as reprovações tenham para nós sentido, só formando um cÃrculo, em que haja conhecimento dos nossos desÃgnios e das nossas normas.