A idade da nossa consciência simplifica muitas coisas e atalha sobretudo a dor. Ainda bem. Que nunca deixemos morrer a criança interior que mora em nós.
Somos madeira que apanhou chuva. Agora não acendemos nem damos sombra. Temos que secar à luz de um sol que ainda não há. Esse sol só pode nascer dentro de nós.