Há um ideal comum a todos, ideal que dispensa consumo de ideias: coisa em si materialÃssima, que se chama ideal em virtude de tácita convenção, feita há cinco mil anos, de nos enganarmos uns aos outros, e cada qual a si.
Mil modos há de consolar o homem probo e dulcificar-lhe as penas; mas não há um só de consolar um perverso. São os maus como moscas que percorrem o corpo dum homem e só se quedam nas pústulas.