Nós nunca temos mais do que uma virtude. Ou nenhuma. O triunfo sobre si próprio e todas as virtudes não têm qualquer sentido se não se tornarem meios de formarem em nós a força dominante.
Tudo vence uma vontade obstinada, todos os obstáculos abate o homem que integrou na sua vida o fim a atingir e que está disposto a todos os sacrifÃcios para cumprir a missão que a si próprio se impôs.
É a posse mais terrÃvel de todas, a escravatura mais completa, aquela que uma obra exerce sobre o seu criador. (...) Se você for um criador não dará a felicidade nem a si nem aos que estão imediatamente à sua volta.