Te - Frases e Citaes

364 Citaes

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Vives , Juan

Lisonjear

Se te habituas a abrires os ouvidos às lisonjas e a comprazer-te nelas, nunca ouvirás as verdades.

Nietzsche , Friedrich

Os Outros

Ajuda-te a ti mesmo: então todos os outros te ajudarão. Princípio do amor ao próximo.

Crepúsculo dos Ídolos

Nietzsche , Friedrich

Fama

Como?, procuras algo?, gostarias de te decuplicar, centuplicar?, procuras adeptos? - Procura então «zeros»!

Crepúsculo dos Ídolos
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Silva , Agostinho

Inteligência

O teu espírito só poderia melhorar se tivesses diante de ti homens livres cujas resistências vencerias pela única arma da inteligência ou que te levariam a modificar as tuas opiniões, a alcançar porventura uma visão mais nobre e mais vasta da vida universal; a inteligência tem de incluir aquilo que não consegue eliminar.

Glossas

Silva , Agostinho

Justiça

Não te poderás considerar um verdadeiro intelectual se não puseres a tua vida ao serviço da justiça; e sobretudo se te não guardares cuidadosamente do erro em que se cai no vulgo: o de a confundir com a vingança. A justiça há-de ser para nós amparo criador, consolação e aproveitamento das forças que andam desviadas; há-de ter por princípio e por fim o desejo de uma Humanidade melhor; há-de ser forte e criadora; no seu grau mais alto não a distinguiremos do amor.

Considerações

Silva , Agostinho

Monotonia

Não te deixes derrubar pela insignificância dos pequenos movimentos e serás homem para os grandes; se jamais te faltar a coragem para afrontar os dias em que nada se passa, poderás sem receio esperar os tempos em que o mundo se vira.

Considerações
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Cervantes , Miguel

Modéstia

Senta-te no teu lugar e não te farão levantar.
É incerto o lugar onde a morte te espera; espera-a, pois, em todos os lugares.

Espanca , Florbela

Dor

Para as traições, para as mentiras, para o que é vil e falso, tem a gente remédio: tem o orgulho; mas para a dor que te faz mal, para essa nenhum remédio há.

Correspondência (1926)

Espanca , Florbela

Livro

Dizes tu que os livros te não consolam!? Que te irritam!? Que blasfémia, minha Júlia! Pois há lá melhores amigos!? Os livros, mas livros destes em que a alma dos bons anda sangrando por todas as suas páginas; livros que eu beijo de joelhos, como se enternecidamente beijasse as mãos benditas dos que os escreveram! Lê os versos de António Nobre, o meu santo poeta da Saudade. Lê o «Fel» de José Douro, o malogrado poeta esquecido e desprezado. Lê «Doida de Amor» de Antero de Figueiredo, e depois diz-me se eles te irritam!...

Correspondência(1916)
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Inspirações

O Amor como Fim

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