É inexplicável quanto me servem os livros para viver: são o melhor alimento que tenho encontrado nesta viagem da vida humana. Com bons livros, o enfermo não deve queixar-se, pois tem a cura ao alcance da mão.
Eu tenho a paixão de ser «leccionado»: e basta darem-me a entender o bom caminho para eu me atirar a ele. Mas a crÃtica, ou o que em Portugal se chama a crÃtica, conserva sobre mim um silêncio desdenhoso.
Tenho que aprender o que ainda não sei: a ser humilde e modesta. Perdoe sempre o meu ridÃculo orgulho de pobre soberba; mas o orgulho tem sido a minha suprema defesa, tem sido o meu amparo e a minha força. Devo-lhe tantos e tão bons serviços!