Jules Renard

França
22 Fev 1864 // 22 Mai 1910
Novelista/Dramaturgo

23 Citações

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O amor mata a inteligência. O cérebro faz de ampulheta com o coração. Um só se enche para esvaziar o outro.
Tolerem a minha intolerância.
Nunca estar satisfeito: toda a arte está nisso.
É cómodo, um enterro: pode-se ter um ar aborrecido com as pessoas e elas tomam-no por tristeza.
As palavras não devem ser senão a roupa, rigorosamente sob medida, do pensamento.
Experiência: um presente útil que não serve para nada.
A ironia é sobretudo uma brincadeira do espírito. O humor seria antes uma brincadeira do coração, uma brincadeira de sensibilidade.
Um livro desagrada-nos em tudo onde se nos assemelha.
A modéstia fica bem nos grandes homens. O que é difícil é não ser nada e, ainda assim, ser modesto.
Se quiserdes agradar às mulheres, dizei-lhes o que não gostaríeis de que se dissesse à vossa.
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