Bertrand Russell

Inglaterra
18 Mai 1872 // 2 Fev 1970
Filósofo, Matemático, Crítico social, Escritor

40 Citações

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O segredo da felicidade é o seguinte: deixar que os nossos interesses sejam tão amplos quanto possível, e deixar que as nossas reacções em relação às coisas e às pessoas sejam tão amistosas quanto possam ser.
Os nossos pais amam-nos porque somos seus filhos, é um facto inalterável. Nos momentos de sucesso, isso pode parecer irrelevante, mas nas ocasiões de fracasso, oferecem um consolo e uma segurança que não se encontram em qualquer outro lugar.
A raiz do mal reside no facto de se insistir demasiadamente que no êxito da competição está a principal fonte de felicidade.
O invejoso, em vez de sentir prazer com o que possui, sofre com o que os outros têm.
A estupidez coloca-se na primeira fila para ser vista; a inteligência coloca-se na rectaguarda para ver.
Um dos paradoxos dolorosos do nosso tempo reside no facto de serem os estúpidos os que têm a certeza, enquanto os que possuem imaginação e inteligência se debatem em dúvidas e indecisões.
A vida é demasiado curta para nos permitir interessar-nos por todas as coisas, mas é bom que nos interessemos por tantas quantas forem necessárias para preencher os nossos dias.
O trabalho é desejável, primeiro e antes de tudo como um preventivo contra o aborrecimento, pois o aborrecimento que um homem sente ao executar um trabalho necessário embora monótono, não se compara ao que sente quando nada tem que fazer.
O homem hoje, para ser salvo, só tem necessidade de uma coisa: abrir o coração à alegria.
Quantos mais motivos de interesse um homem tem, mais ocasiões tem também de ser feliz e menos está à mercê do destino, pois se perder um pode recorrer logo a outro.
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