A felicidade é mais ou menos como a fé. No momento em que começamos a questioná-la ela deixa de existir. Ou, então, como certos fenómenos ópticos que só são sensÃveis se não focarmos neles um olhar demasiado consciente, perdendo a sua doce indefinição e tornando-se um nÃtido somatório de dados adquiridos que, por si mesmos, valem apenas o que valem.
Xis (Público)
/ 20061021