Todos os dias as mãos cortam os pequenos nós que se lhes formam entre os dedos, ao enovelarem a difÃcil meada da vida, com aquela pequena espada, que elas têm sempre na algibeira, à mesa, na cama, em toda a parte, e que se chama mentira.
Que a riqueza das sensações não basta para indicar o nÃvel da inteligência, prova-o, no homem, a força de memória, que não está, quase nunca, em relação com o vigor do raciocÃnio.