A solidão, mais ainda que a doença, demonstra, da maneira mais radical, se um homem foi criado e predestinado para a vida; ou se, como a maioria, o foi para a morte.
Imprimamos na nossa própria vida o selo da eternidade. Este pensamento tem mais peso de conteúdo do que todas as religiões, que desprezam esta vida como fugidia e nos instigam a olhar para a «outra» vida, assaz mal definida...