Aos olhos do invejoso, ainda não podendo olhar direitos, nada lhes escapa, nem do bem nem do mal da pessoa alvejada: do bem para detraÃrem, do mal para se alegrarem.
O poeta vê no mentiroso o irmão de leite a quem roubou o seu leite; de maneira que este irmão ficou miserável e nem sequer pôde chegar a ter uma boa consciência.