Se não há homens insubstituÃveis, há palavras que são insubstituÃveis. Elas, de resto, não exprimem nunca o conflito, mas o seu fantasma; e o fantasma duma realidade está subordinado à escolha estrita das palavras. Aà repousa o estrato da confiança humana.
As injúrias dos amantes nunca ofendem; há amores arrebatados e há amores adocicados. Em ocasiões semelhantes, as palavras mais estranhas e por vezes coisa pior, tomam-se de preferência como provas de afeição por aqueles mesmos que as ouvem.