Ah, Sim! Mas eu acredito na eternidade do espÃrito e na divindade das coisas. Creio que cada realidade perecÃvel tem a sua projecção divina imperecÃvel, como o corpo maciço tem uma sombra espalmada.
Não se deve viver em luxo. No luxo a gente se torna um objecto que por sua vez tem objectos. Só se vê a «coisa» quando se leva uma vida monástica ou pelo menos sóbria. O espÃrito pode viver a pão e água.