4 Poemas



Como se Morre de Velhice (1)

Como se morre de velhice/ ou de acidente ou de doença,/ morro, Senhor, de indiferença./ / Da indiferença deste mundo/ onde o que se sente e se pensa/ não tem eco, na ausência imensa./ / Na ausência,...

Porque o Melhor, Enfim (2)

Porque o melhor, enfim,/ É não ouvir nem ver.../ Passarem sobre mim/ E nada me doer!/ _ Sorrindo interiormente,/ Co'as pálpebras cerradas,/ Às águas da torrente/ Já tão longe passadas. _/ Rixas, tumu...

Prefiro Rosas, meu Amor, à Pátria (3)

Prefiro rosas, meu amor, à pátria,/ E antes magnólias amo/ Que a glória e a virtude./ / Logo que a vida me não canse, deixo/ Que a vida por mim passe/ Logo que eu fique o mesmo./ / Que importa àquele...

Os Grandes Indiferentes (4)

Ouvi contar que outrora, quando a Pérsia/ Tinha não sei qual guerra,/ Quando a invasão ardia na cidade/ E as mulheres gritavam,/ Dois jogadores de xadrez jogavam/ O seu jogo contínuo./ / À sombra de ...


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Quem Cobra não Ama

Quem cobra não ama, quer atenção. 0 amor, como nos ensinaram, salvo raríssimas exceções, é uma mentira. Não é amor, é medo. Ensinaram-nos a amar através do medo. Do medo de perder ou deixar de ter...

O Vento que Decidirmos Ser

Uma das mais importantes escolhas que cada um de nós deve fazer é a de escolhermos qual o foco prin-cipal da nossa atenção e cuidado. Se o mundo à nossa volta, a fim de o mudar, ou se o interior de n...
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