Raul de Carvalho

Portugal
4 Set 1920 // 3 Ago 1984
Poeta

Percam para Sempre

Percam para sempre as tuas mãos o jeito de pedir.
Esqueça para sempre a tua boca
O que disse a rezar.
E os teus olhos nunca mais, nunca mais saibam chorar
Porque é inútil.

Faz como os outros fizeram
Quando chegou o momento
De perder o medo à morte
Por ter muito amor à vida.

Raúl de Carvalho, in 'As Sombras e as Vozes'




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