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Cadernos de Lanzarote II

por: José Saramago
Portugal
16 Nov 1922 // 18 Jun 2010
Escritor [Nobel 1998]

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7 Textos



Fomos Vítimas de uma Ilusão (1)

Não creio que tenhamos falhado. Fomos vítimas de uma ilusão que não foi só nossa, a de que Portugal fosse capaz de arrancar-se à «tristeza vil e apagada» em que mais ou menos sempre tem vivido. Imagi...

O Cidadão Lúcido em Vez do Consumidor Irracional (2)

Já se sabe que não somos um povo alegre (um francês aproveitador de rimas fáceis é que inventou aquela de que «les portugais sont toujours gais»), mas a tristeza de agora, a que o Camões, para não te...

A Força Esmaga a Fraqueza (3)

O desbarato mais absurdo não é o dos bens de consumo, mas o da humanidade: milhões e milhões de seres humanos nasceram para ser trucidados pela História, milhões e milhões de pessoas que não possuíam...
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A Estupidez e a Maldade Humana (4)

Vista à distância, a humanidade é uma coisa muito bonita, com uma larga e suculenta história, muita literatura, muita arte, filosofias e religiões em barda, para todos os apetites, ciência que é um r...

Deus Precisa de Companhia (5)

A minha proposição inicial, que me atrevo a considerar indiscutível, é de que Deus criou o universo porque «se sentia» só. Em todo o tempo antes, isto é, desde que a eternidade começara, «tinha estad...

A Minha Ténica Narrativa (6)

Todas as características da minha técnica narrativa actual (eu preferiria dizer: do meu estilo) provêm de um princípio básico segundo o qual todo o «dito» se destina a ser «ouvido». Quero com isto si...
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Abordar um Texto Poético (7)

Abordar um texto poético, qualquer que seja o grau de profundidade ou amplitude da leitura, pressupõe, e ouso dizer que pressuporá sempre, uma certa incomodidade de espírito, como se uma consciência ...


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