Publicidade

Eugénio de Andrade

Portugal
19 Jan 1923 // 13 Jun 2005
Poeta

Publicidade

Último Poema

É Natal, nunca estive tão só.
Nem sequer neva como nos versos
do Pessoa ou nos bosques
da Nova Inglaterra.
Deixo os olhos correr
entre o fulgor dos cravos
e os dióspiros ardendo na sombra.
Quem assim tem o verão
dentro de casa
não devia queixar-se de estar só,
não devia.

Eugénio de Andrade, in 'Rente ao Dizer'




Publicidade

Publicidade

Publicidade

Facebook
Publicidade

Inspirações

Ganhar Sabedoria

Publicidade

© Copyright 2003-2021 Citador - Todos os direitos reservados | SOBRE O SITE