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108 Textos

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Sei como Amar e como Sofrer (91)

Nascidos sob céus diferentes, não temos nem os mesmos pensamentos nem a mesma língua — teremos, por ventura, corações semelhantes?
O clima ameno e nublado de onde venho deixou-me com s...

Nascemos para Nos Conhecermos e Amarmos (92)

Estava num estado chocante de ansiedade, meu querido anjo, não recebi qualquer carta do António. Estive em Vicenza, com o propósito de saber como passaste esta primeira noite. Só ouvi dizer que p...

Um Presente de Natal (93)

Minha querida Nora,
Envio-te por correio registado, expresso e seguro um presente de Natal. É o melhor que te posso oferecer (embora seja bem humilde, no fim de contas) em troca do teu amor ...
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Desgastei o Teu Amor (94)

Hoje não me atrevo a encabeçar esta carta com qualquer nome carinhoso.
Li a tua carta, e passei o dia a sentir-me como um rafeiro que tivesse levado uma chibatada no focinho. Já não durmo...

Quero Dar-te Todo o Prazer e Alegria (95)

Minha querida,
São quase duas da manhã. Tenho as mãos a tremer de frio, porque tive de sair para ir buscar as minhas irmãs a uma festa; e agora tenho de ir a pé aos Correios Centrais. Ma...

A Beleza da Tua Alma Eclipsava a dos Meus Versos (96)

Minha querida Nora,
Parece-me que estás apaixonada por mim, não estás? Dá-me prazer pensar que estás a ler os meus versos (embora tenhas levado cinco anos a descobri-los). Quando os escr...
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Só Ouço a Tua Voz (97)

Minha querida Nora,
Acabou de dar a uma. Voltei para casa às onze e meia e passei as últimas horas sentado numa poltrona, como um idiota. Não consegui fazer nada. Só ouço a tua voz. Esto...

Volta Depressa (98)

Recebi a tua carta, a tua querida carta, de que cada palavra me faz bem, me eleva como uma vaga, com a mesma força e o mesmo som, que me rodeia de jardins e me coroa de céus, que me torna feliz e c...

Virás, Hoje? (99)

Desejaria estender tapetes de púrpura
E desejaria, em toda a região
Encher de bálsamo extraído de pichéis de ouro
As lâmpadas das flores até acima.

E q...

Sei Quem é Minha Rainha (100)

Deslizo para fora da tua casa
Pelas ruas de chuva, e acredito
Que cada transeunte com que me cruzo
Vê brilhar nos meus olhos
A alma radiosa e redimida.

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